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Armazenamento bem mais perto que pensamos…

Logística

GoodStorage oferece espaços inteligentes para pessoas e empresas guardarem seus pertences na capital paulista

Em uma cidade com cerca de 11,5 milhões de habitantes, considerada a 8ª mais populosa do mundo, imagine a quantidade de pessoas e de cargas que circulam diariamente por ela, tumultuando a vida e o trânsito. Quanto ao fluxo humano, é cada vez maior a corrida por residências mais próximas dos polos de trabalho, invariavelmente menores. E no que tange às empresas, haja soluções para os custos financeiros e ambientais do deslocamento de seus produtos, tradicionalmente estocados para lá da periferia.

Pensando nisso, em contribuir para elevar São Paulo à categoria de Smart City, com excelência em negócios e bem-estar, o CEO Thiago Cordeiro fundou, há dez anos, a GoodStorage. Uma marca que oferece espaços inteligentes para pessoas físicas e jurídicas guardarem o que têm de precioso, seja o excedente que não cabe dentro de casa, seja toda uma linha de montagem ou de venda. Com total de 200 mil m², distribuídos por 25 prédios pelos bairros paulistanos, são disponibilizadas mais de cem medidas de área para aluguel: desde armários de um metro quadrado, na modalidade de uso self storage, até módulos de 10 mil m² para grandes empresas que tratam de logística urbana.

“No mundo inteiro, nota-se o movimento de adensamento dos centros urbanos. Daí a proposta de valor da GoodStorage em oferecer soluções de armazenagem que permitam às pessoas aumentar sua qualidade de vida e que colaborem para um melhor fluxo de mercadorias. Até porque nós apostamos no conceito ‘human to human’ (H2H), em que a responsabilidade de gestores públicos e investidores privados é construir cidades que sejam mais favoráveis à permanência humana, com mais saúde, inclusão, pluralidade e tempo livre”, argumenta Thiago Cordeiro.

Sustentabilidade bem cuidada

Com uma lista de quase 500 clientes empresariais, somados a cerca de 10 mil usuários pessoais, a GoodStorage acredita na substituição do velho e gigantesco galpão, que chega a medir 10 mil m² fora dos limites urbanos, por unidades menores, de 1.000 m², espalhadas em diferentes pontos da cidade. Uma maneira de reduzir o tamanho tanto dos meios de transporte, quanto dos roteiros de entrega. E o meio ambiente, claro, só agradece!

“Trata-se de menos quilômetros rodados, à medida que companhias mais perto do Centro otimizam suas rotas, fracionando a cadeia de suprimento. Além de outra vantagem, como a tendência do uso de frotas elétricas, já que se está mais perto do destino final, com veículos menores cobrindo o entorno do centro de distribuição, não mais saindo daquele único endereço distante, o que gera menos impactos sonoros e emissões de CO2 no trânsito”, explica Thiago Cordeiro.

Outra medida que reforça o engajamento dos novos galpões às políticas de Environmental, Social and Governance (ESG) é a oferta de tamanhos de espaço calculados de acordo com a necessidade ou perfil de cada locatário. A intenção é evitar subutilização ou ociosidade dos ambientes projetados e desperdício de quaisquer recursos.

“Em locação de self storage, a família que estiver de mudança para um apartamento menor, por exemplo, tem à sua disposição unidades no metro quadrado ideal para guardar o que não conseguir levar, podendo ajustar o contrato à medida que for esvaziando o local. A mesma flexibilidade é concedida a uma empresa do ramo de varejo que precisa de 1.000 m² na maior parte do ano, mas que tem picos no Dia das Mães, Dia dos Pais, Black Friday e Natal, quando passa a demandar o dobro. Qual é a nossa solução, então? Contratos flexíveis”, aponta Thiago Cordeiro.

Segundo o CEO paulistano, ele ajudou a plasmar uma configuração de infraestrutura urbana que não existia, pois não se viam centros empresariais de distribuição, modernos, instalados em bairros de área mista, de ocupação tanto residencial quanto comercial: “o que gerou até certo preconceito, seguido de um movimento educativo para que as pessoas entendam que esse tipo de uso misto, quando se pensa no todo e não apenas no próprio quarteirão, tem papel social muito positivo no funcionamento e na sustentabilidade do centro urbano”.

Pode estar aqui do lado…

Outro aspecto que vem mudando no dia a dia da cidade são os horários de circulação de cargas, conquista claramente relacionada também a iniciativas como essa de descentralização e aumento da proximidade dos centros de armazenamento e distribuição.

“Eu costumo lembrar que, até um tempo atrás, logística era tudo que acontecia das 22h às 05h: todas as leis de trânsito, inclusive, proibiam caminhão em horários diurnos. Até que se percebeu que a cidade não tinha mais como funcionar dessa forma, nesse intervalo de tempo tão restrito. A própria pandemia da covid-19 acelerou o comportamento de consumo on-line, com a exigência de instantaneidade. E hoje o centro urbano precisa operar 24h de forma integrada, sob pena de não conseguir funcionar a contento”, finaliza Thiago Cordeiro.

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