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Conforlab Engenharia Ambiental Ltda bate recorde de um milhão de análises de qualidade em um ano
Fundada em 1990, seus 135 colaboradores hoje se dedicam à aferição das condições de salubridade do ar e da água nas mais diversas construções do país. São engenheiros, biólogos, químicos e vários outros profissionais que investem em pesquisas de campo e de laboratórios nas principais capitais brasileiras. Com sede em São Paulo, bem ao lado do Aeroporto de Congonhas, a Conforlab Engenharia Ambiental Ltda não se deixa abalar por qualquer “pane de turbina” quando o assunto é a qualidade do ar interno que respiramos ou da água que sai de nossos canos e torneiras. Tanto que, no último ano, atingiu a marca de um milhão de análises realizadas.
“Investimos basicamente na prestação de serviços ambientais, incluindo análise e tratamento de água, limpeza de dutos, teste de fluidos refrigerantes, gestão de qualidade do ar interno, entre outros. Tudo muito bem definido pela legislação, como a Resolução nº 09/2003 da Anvisa, que prescreve rotina semestral de inspeção dos níveis de impureza no ar, e a nova norma NBR 17037, de abril de 2023, que exige também a implementação anual do ‘Programa de Gestão de Qualidade do Ar Interno’ – exclusivo da Conforlab –, para acompanhar riscos e prever ações sobre o ar entre quatro paredes”, explica o CEO Leonardo Cozac.
É melhor levar a sério
Cozac alerta que “a instituição que não faz gestão de qualidade do ar interno (QAI) aumenta, e muito, o risco de absentismo, as despesas médicas e a perda de produtividade. Há, inclusive, estimativas de que o custo pela ausência de QAI nas empresas seja em torno de 5% da folha de pagamento. Fora que ainda há riscos legais, trabalhistas e danos à imagem corporativa pela falta dessa atenção”.
Quanto ao recurso hídrico, ele está presente em todas as edificações urbanas, em forma desde água potável, própria para consumo humano, passando por “águas cinzas”, referentes a qualquer efluente residencial – menos esgoto sanitário –, até aquela que chega pelo sistema público de abastecimento. “E todas essas formas líquidas precisam de correta avaliação, de acordo com sua origem e uso. Aproveito para reforçar que qualquer água no ar, devido à evaporação ou pulverização, e em fontes decorativas, chuveiros, torres de resfriamento, entre outros suportes, traz risco à saúde das pessoas e, por isso, precisa também de gestão adequada”, finaliza Leonardo Cozac.