Bora falar mais sobre “Gestão de conflitos em FM”?

CARTA AO LEITOR

O tema é tão instigante e rende tanto “pano para a manga”, que optamos por seguir destrinchando esse assunto em mais esta edição. Não bastassem todos os argumentos que já utilizamos na revista anterior, nossos entrevistados, desta vez, nos brindam com mais enfoques, pontos de vista sob outros ângulos e interpretações sobre pontos que ainda não havíamos observado. E haja critério, interlocução e escuta sensível para editar tudo o que colhemos. 

Claro que nenhum de nós aqui foi atrás de brigas ou desavenças. Até porque creditamos outros sinônimos menos negativos à palavra “conflito”. Tratamos do significado de dilema, discordância, imbróglio, mal-entendido e, por que não, problema. E todos esses termos com vistas a soluções que elevem as partes envolvidas a outro patamar: o de crescimento pessoal e profissional, pelo certo, com aprendizados a partir de métodos como o de “tentativa e erro”. Vai que logo se acerta? 

O fato é que nós mesmos tivemos que exercitar uma audição empática, para discernir os novos rumos que deveríamos seguir, sem repetir (tanto) narrativas que já tínhamos apresentado e, ao mesmo tempo, com isso, sem desprezar desconfortos que teimavam, por sua importância, em voltar às manchetes. Recebemos respostas em áudio, por escrito e pela webcam que nos soaram bastante familiares, sem ineditismo, mas ainda assim urgentes.     

Nesse sentido, vimo-nos obrigados, sim, a explorar mais uma vez as ideias de equilíbrio e de harmonia, da qual o primeiro tem “procuração” para fazer valer a segunda. Revisitamos formas de gestão preditivas e eficientes em diferentes nichos de mercado. Insistimos em enxergar incessantemente pela transparência tão perseguida, ou idealizada, nas relações. E falamos o que todo esse discurso tem a ver com qualidade de vida, em última instância. 

Ao fim apenas desse estágio, porque essa conversa não tem fim, reafirmamos a hipótese de que ninguém, nem empresa alguma, consegue escapar das tormentas trazidas pelos conflitos mil. E o pulo do gato seria saber saltar pelos muros da opinião, conservando o olhar de caçador da versão que seja a mais humanizada e consensual entre os seres. Vai que aquilo que antes parecia antagônico chega, realmente, para somar pela subtração que impõe? Nossa… deu até uma confusão aqui agora! Mas do bem, diga-se de passagem! 

Então, nobres leitor e leitora, convidamos para mais esta viagem pela rota dos profissionais de FM em seu cotidiano. Vamos rever ou continuar observando os atalhos que pegam e as pedras que saltam pelo caminho das relações contratuais e interpessoais. Por vezes bastante íngreme e tortuosa, mas uma vereda certa de conduzir, à linha de chegada, aqueles que trabalham pela vitória. Sigam-nos os bons! 

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